27 de maio de 2011

Eduardo, Mônica e a dinâmica de casais

Somos iguais na necessidade de nos relacionar, o que nos aproxima um do outro, mas distintos em nossa referência pessoal, o que dificulta a manutenção da harmonia na relação. (PREGNOLATO, 2003, P. 3)




Quem um dia irá dizer

Que existe razão

Nas coisas feitas pelo coração?

E quem irá dizer

Que não existe razão?



Assim como na música, a maioria dos casais vivencia alguma desigualdade na relação, seja na forma ou no conteúdo. Explicando melhor: os casais não pensam da mesma forma em tudo, não gostam das mesmas coisas nem se comportam da mesma forma sempre. Claro, afinal são pessoas diferentes, por mais que a paixão realce somente os pontos em comuns.

Mas será que o relacionamento ideal tem de ser vivido em perfeita concordância?

Creio que a resposta seria negativa.

O que torna uma relação gratificante é a capacidade de adaptação ao outro, ou seja a disponibilidade para se adequar às diferenças que o outro apresenta na relação e principalmente fora dela.Quanto maior esta capacidade de adaptação, melhores serão as chances de viver uma relação de qualidade.

Esta capacidade de adaptação compreende um agrupamento de comportamentos assertivos: saber quando e como fazer solicitações; pedir ao inves de exigir; negociar ao invés de impor; questionar antes cde levantar desconfianças infundadas, etc.

Vale ressaltar a importância de conhecer os próprios limites e deixar isto bem claro na relação.

Referencias:

Pregnolato, M. Vida a dois - Um breve olhar sobre o relacionamento amoroso. [Online] disponível em http://www.mariuzapregnolato.com.br/pdf/trabalhos_cientificos_e_de_pesquisa/vida_a_dois.pdf.2003. Acesso em 25 de maio de 2011

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