6 de dezembro de 2011

Fim de ano: Mesas repletas, corações vazios

Parece estranho quando ouve-se alguém dizer que não gosta do natal. a resposta mais delicada que alguém que afirma não gostar de natal é que tal pessoa " é louca"....
Afinal, como pode alguém não gostar desta festa cheia de luzes, presentes, mensagens, etc? Não dá pra entender....

Não dá pra entender à luz do senso comum, dos conceitos fechados sobre o que é natal. Mas eu devolvo a pergunta:

O que é natal pra você?

Deveria ser uma festa cristã (oriunda das festividades pagãs), a celebração do nascimento de Cristo, o Messias prometido...

Mas na nossa sociedade de consumo as coisas não funcionam dessa maneira. O Menino Jesus jaz esquecido na sua manjedora na noite de  natal enquanto algumas pessoas comem e bebem à mesa, para celebrar seu nascimento.
A troca de presentes é o ponto alto da festa: um Ipad novo, um novo par de tênis, videogames... e o velho menino Jesus permanece esquecido....

Poucos hão de concordar comigo, mas eu entendo que se a festa é de natal (que significa Nascimento), deveria-se então celebrar seu nascimento de outra forma.

As pessoas enchem as ruas, enchem as mesas, enchem as árvores, mas os corações continuam vazios... vazios de quê? O que se busca disfarçar atrás de tanto consumismo?

Fim de ano também pode ser considerado como uma época ideal para dar vazão à gastança reprimida ao longo do ano. Nada mais justo, afinal trabalhou-se muito, foram dias e dias de luta para que no final de ano se pssa adquirir aquele bem de consumo, mesmo que em suaves prestações.

Mas eu pergunto: existe uma REAL necessidade de aquisição ou é apenas... influência da mídia?

Sabe-se que a Mídia é difusora de notícias e ideologias, sendo assim é a partir dela que nascem as encessidades de consumo.  Portanto é sempre bom questionar muito antes de encher as árvores e esvaziar os bolsos.

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