Para que serve um psicólogo?

Em pleno século XXI, algumas pessoas ainda acreditam que o trabalho do psicólogo é superficial, ou emergencial, ou seja: o psicólogo serviria apenas para que o indivíduo possa "desabafar", ou serviria para "cuidar de loucos". Isto é mito! Felizmente!!


Nas últimas décadas, o papel do psicólogo na sociedade tem se expandido, agregando novas ferramentas de trabalho disponíveis nos variados meios sociais  Hoje encontramos psicólogos nas escolas, nas empresas, hospitais, conselhos tutelares, defensorias públicas, etc., ou seja, em lugares onde não há tempo para "desabafos", tampoucos "loucos" exigindo cuidados.

Isto significa que o psicólogo hoje tem uma função mais ativa na sociedade. É um profissional que oferece ajuda emocional, afetiva e racional; que ajuda as pessoas a entenderem seus medos, suas raivas, seu stress cotidiano; que ensina a expressar sentimentos como amor, raiva, indignação; que ampara na hora da dor; que motiva; que mostra ao outro suas potencialidades, convertendo defeitos em qualidades, medo em coragem, tristeza em alegria, raiva em amor.
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Não apenas isto: serve para cuidar do SEU BEM BEM-ESTAR  afetivo emocional. 


Para que isto ocorra, é importante compreender:

(a) as condições físicas do cliente: para fazer encaminhamentos necessários à profissionais da saúde, como nutricionistas, fisioterapeutas, clínicos gerais, psiquiatras, pediatras, etc.

(b) O ambiente social do cliente: isto é particularmente importante, uma vez que o meio exerce uma forte influência sobre o comportamento, determinando tendências, hábitos, pensamentos, crenças e valores.

O atendimento psicológico deve sempre priorizar a demanda do cliente, buscando alternativas satisfatórias. Deste modo, o psicólogo pode:

(1) Conversar -  Algumas pessoas simplesmente não tem com quem conversar e  buscam alguém que possa legitimar seus pensamentos, suas crenças e comportamentos. Neste sentido, é função do psicólogo ouvir e acolher esta demanda, ampliando os horizontes de entendimento do cliente.

(2) Cuidar da "loucura" -  Freud já dizia "Cuidemos da psicose, pois da neurose ninguém escapa". O senso comum afirma que "de médico e louco todo mundo tem um pouco". De fato é difícil conceber os limites entre a sanidade e a insanidade, o que gera muitos equívocos. 

(3) Ajudar na modificação de comportamentos indesejáveis (do ponto de vista do cliente). Algumas pessoas desejam modificar comportamentos que dificultam sua interação social.

(4) Ajudar na modificação das crenças, pensamentos e valores

(5) Dar supor nas horas difíceis - Chamamos isto de "atendimentos das emergências psicológicas". são atendimentos breves e focais, apenas para auxiliar o cliente a lidar com aquela demanda específica. Este trabalho é realizado tanto na clínica, como no ambiente do paciente (casa, trabalho,escola, etc). O objetivo aqui é oferecer algum conforto nos momentos mais dolorosos, minimizando o sentimento de solidão e abandono.


Neurose e psicose

Algumas pessoas se consideram "loucas" apenas porque pensam (e agem) na contramão de seu meio; Nestes casos, cabe ao psicólogo oferecer ao cliente novas formas de meios de compreender seu meio, e técnicas de enfrentamento às manifestações hostis.

Outras pessoas realmente apresentam problemas mais graves. São os Psicóticos. Estes casos geralmente o psicólogo não trata sozinho, é necessária uma equipe multidisciplinar (psiquiatras, neurologistas, etc..) para dar conta. Nestes casos a função do psicólogo é, 1º se ajustar adequadamente ao seu papel dentro desta equipe, conhecendo os limites de seu trabalho, respeitando os limites alheios; 2º dentro dos seus limites, oferecer ao paciente o que for necessário para promover seu bem-estar.



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Existem outras modalidades de trabalho que o psicólogo pode desenvolver. Para isto é necessário um acordo entre o paciente e o cliente.

Ressaltando apenas que nossa profissão é exercida obedecendo um CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL.