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Distorções Cognitivas

Distorções cognitivas são erros de sensação, percepção e memória que influenciam na maneira de pensar e agir, tanto negativamente como positivamente, geralmente trazendo conflitos de relacionamento familiar ou social.

As Distorções Mais Frequentes

  • ● Catastrofização: Conhecida como "tempestade em copo d'água". Não é porque um detalhe saiu errado que o projeto está perdido.
  • ● Pensamento "Tudo ou Nada": Ausência de meio-termo. Se um indivíduo não sorri, é considerado antipático; se uma pessoa está um pouco acima do peso, é rotulada como obesa.
  • ● Adivinhação: Começa com "Eu sei o que você está pensando". A ciência ainda não comprovou que o pensamento textual é passível de leitura externa.
  • ● Raciocínio Emocional: Tomar emoções como fatos. Sentir ciúme não significa, necessariamente, que há um envolvimento entre o parceiro e um colega.
  • ● Generalização: Uso de termos como "Sempre", "Nunca", "Tudo" ou "Ninguém". Amplia uma informação de forma distorcida.
  • ● Rotulação: Linguagem que categoriza pessoas. Ex: "Sou bipolar" por uma simples mudança de humor cotidiana.
  • ● Personalização: Tendência a atribuir a si a causa de eventos externos, sejam eles bons ou ruins.

Embora muitos não acreditem, é possível suportar o que parece insuportável. A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) ajuda a identificar esses padrões para que não se percam ótimas oportunidades por conta de enganos mentais.


Atendimento com Psicóloga

Os atendimentos são realizados na modalidade presencial em São Paulo e também online.

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Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari

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@psicologa.sp Etapas de uma sessão de Terapia O que é a Psicoterapia? A ideia de que a fala possui uma função terapêutica remonta ao desenvolvimento da Psicanálise por Sigmund Freud, no final do século XIX. O conceito, frequentemente chamado de "cura pela fala" (talking cure), surgiu inicialmente através de observações clínicas compartilhadas entre Freud e seu colega Josef Breuer. A Origem do Conceito O termo foi cunhado por uma paciente de Breuer, conhecida pelo pseudônimo de Anna O. Ela percebeu que, ao relatar detalhadamente seus sintomas e as emoções a eles associadas sob hipnose, esses sintomas tendiam a desaparecer ou diminuir. Freud aprimorou essa observação, abandonando a hipnose e desenvolvendo o método da associação livre. Como a fala pode auxiliar no processo terapêutico Para Freud, o sofrimento psíquico muitas vezes estava ligado a memórias ou desejos reprimidos no inconsciente. A lógica da cura pela fala baseia-se em alguns pilares: Acesso ao Inconsciente: Ao falar livremente, sem julgamentos ou censuras, o paciente pode permitir que conteúdos reprimidos venham à tona. Catarse: A expressão verbal permitiria a liberação de afetos "represados". Ao colocar em palavras uma angústia, a carga emocional ligada a essa memória pode ser descarregada. Significação: Ao narrar sua história, o paciente pode reorganizar suas experiências. O que antes era um sintoma incompreensível (como uma dor física sem causa orgânica) pode passar a ser entendido como uma manifestação simbólica de um conflito interno. Elaboração: A fala permite que o indivíduo saia da posição de "vítima" de seus impulsos ou traumas e passe a analisar esses eventos de maneira mais consciente e estruturada. Embora abordagens modernas, como a TCC, foquem na relação entre pensamentos e comportamentos atuais, a base de que o diálogo clínico é o veículo para a compreensão ainda permanece como um pilar fundamental da psicologia clínica. A Psicoterapia utiliza essa troca verbal para que a pessoa possa compreender seus Sentimentos e emocoes.#TerapiaDeCasal #autoestima #psicologaSP #psicologa ♬ som original psicologa Maristela V Botari