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A necessidade de agradar - Você sabe colocar limites?

Precisamos realmente agradar aos outros sempre?

Reflexão sobre aceitação e agradar aos outros

Você já se pegou abrindo mão das suas próprias vontades apenas para não decepcionar alguém? Essa busca incessante por aceitação nos faz questionar: afinal, o que é aceitação?

Aceitamos o outro quando não o criticamos por ser quem é, por seus gostos ou sua forma de pensar. No entanto, aceitar não quer dizer concordar sempre. O ponto crucial é saber como discordar com firmeza e educação.

A Armadilha da Dominação

Abrir mão das suas características particulares para agradar o outro não é garantia de aceitação. Pode, na verdade, ser uma "garantia de dominação". Quanto mais você muda para caber na expectativa alheia, mais o outro exigirá mudanças, até que não sobre nada de você em você mesmo.

"Antes de tentar agradar as pessoas, devemos pensar em nós mesmos e nas nossas reais necessidades de afeto."

Para sua Reflexão

Como Psicóloga, convido você a pensar sobre estes pontos:

  • Será que ao tentar agradar alguém, não estamos ferindo outras pessoas que merecem muito mais o nosso afeto?
  • Temos que ser sempre "perfeitos" e fazer tudo como manda o figurino?
  • Não teríamos o direito de errar de vez em quando e sermos perdoados?
  • Será que essa necessidade de agradar a todos não é uma manifestação do nosso próprio orgulho ou de uma paranoia sem fim?

A psicoterapia é um espaço de possibilidades para entender onde termina o seu desejo e onde começa a pressão externa. 

© psiocloga Maristela Vallim Botari - CRP-SP 06-121677. Conteúdo protegido pela Lei 9610/98.

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Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari

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@psicologa.sp Etapas de uma sessão de Terapia O que é a Psicoterapia? A ideia de que a fala possui uma função terapêutica remonta ao desenvolvimento da Psicanálise por Sigmund Freud, no final do século XIX. O conceito, frequentemente chamado de "cura pela fala" (talking cure), surgiu inicialmente através de observações clínicas compartilhadas entre Freud e seu colega Josef Breuer. A Origem do Conceito O termo foi cunhado por uma paciente de Breuer, conhecida pelo pseudônimo de Anna O. Ela percebeu que, ao relatar detalhadamente seus sintomas e as emoções a eles associadas sob hipnose, esses sintomas tendiam a desaparecer ou diminuir. Freud aprimorou essa observação, abandonando a hipnose e desenvolvendo o método da associação livre. Como a fala pode auxiliar no processo terapêutico Para Freud, o sofrimento psíquico muitas vezes estava ligado a memórias ou desejos reprimidos no inconsciente. A lógica da cura pela fala baseia-se em alguns pilares: Acesso ao Inconsciente: Ao falar livremente, sem julgamentos ou censuras, o paciente pode permitir que conteúdos reprimidos venham à tona. Catarse: A expressão verbal permitiria a liberação de afetos "represados". Ao colocar em palavras uma angústia, a carga emocional ligada a essa memória pode ser descarregada. Significação: Ao narrar sua história, o paciente pode reorganizar suas experiências. O que antes era um sintoma incompreensível (como uma dor física sem causa orgânica) pode passar a ser entendido como uma manifestação simbólica de um conflito interno. Elaboração: A fala permite que o indivíduo saia da posição de "vítima" de seus impulsos ou traumas e passe a analisar esses eventos de maneira mais consciente e estruturada. Embora abordagens modernas, como a TCC, foquem na relação entre pensamentos e comportamentos atuais, a base de que o diálogo clínico é o veículo para a compreensão ainda permanece como um pilar fundamental da psicologia clínica. A Psicoterapia utiliza essa troca verbal para que a pessoa possa compreender seus Sentimentos e emocoes.#TerapiaDeCasal #autoestima #psicologaSP #psicologa ♬ som original psicologa Maristela V Botari