13 de outubro de 2017

A dificuldade de relacionamento



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Por que algumas pessoas apresentam mais dificuldade em se relacionar que as outras? 


O tema não é fácil e abre diversas possibilidades de entendimento. A proposta aqui não é esgotar o assunto, mas ao contrário, buscar novas formas de entendimento.


Aquilo que para alguns é tão natural, para outras é um pesadelo, preferindo abster-se do convívio social, isolando-se ou buscando apenas relacionamento na internet, onde não precisam se expor com totalidade, podendo "deletar os indesejáveis" quando bem entender.


Não vamos considerar como dificuldade o simples fato de um indivíduo se desentender somente com uma ou duas pessoas. Isto pode ser uma questão de ajuste na relação e é assunto pra outro tópico. O foco aqui são as dificuldades que trazem limitações e prejuízos sociais, afetivos e financeiros.


Em alguns casos, a história de vida de alguns indivíduos aponta para ocorrências limitadoras durante a infância ou adolescência, levando-os a se sentirem "inferiores", ou "superiores" aos demais. Isto pode colaborar para que alguns indivíduos acumulem pequenas dificuldades para se relacionar e num dado momento percebem que não conseguem mais se relacionar de forma saudável em nenhum contexto.

Precisamos considerar que no momento histórico que atravessamos somos ensinados (através da mídia, principalmente) a temer e desconfiar de todos. Desta forma, formam-se "classes" de pessoas com interesses divergentes, o que desfavorece a formação de novos vínculos. 

Como deixar de lado as diferenças e estabelecer relações saudáveis, se não formos ensinados? Como deixar de temer o diferente? Como confiar no outro? Bem, são questões difíceis e exigem muita reflexão, amadurecimento afetivo e senso crítico bem desenvolvido.
Algumas variáveis desfavorecem as interações sociais:

Timidez excessiva


Pessoas que se consideram muito tímidas geralmente têm medo da reação do outro, durante os momentos de interação social. 


A vergonha que sentem indica uma tendência à acomodação, uma vez que é mais cômodo "ficar na sua", do que correr o risco de ser alvo de chacotas ou desagrado.


Em geral, pois não desenvolveram formas de lidar com a possibilidade de rejeição ou desagrado da outra parte, o que os leva a se relacionar o mínimo possível. Não funciona muito exigir que se “solte mais”. Ele sabe disso melhor que qualquer um. Apenas não sabe exatamente como fazer isso



Sentimento de rejeição crônica


Indivíduos que apresentam sentimentos crônicos de rejeição, geralmente têm dificuldades de se relacionar com qualquer pessoa, pois se consideram inferior a todos. Geralmente, justificam sua dificuldade com frases do tipo:

“Não tenho assunto”;“Sou feio(a)”;“Não sou inteligente”;“Sou rejeitado”.

Sua visão de mundo é catastrófica: acredita que as coisas boas só acontecem aos outros, menos com ele. 

Sentimento de superioridade

Alguns indivíduos apresentam autoimagem distorcida sobre si mesmos, considerando-se "superiores" aos demais, seja em termos de beleza, riqueza, bondade, poder aquisitivo, classe social, cultura, gostos, etc. Estes indivíduos tendem a ser absurdamente seletivos em suas interações sociais, muitas vezes a humilhar pessoas que consideram "inferiores".


Neste caso, a dificuldade de relacionamento é causada pela falta de humildade e empatia, pois estes indivíduos tendem a ser seletivos, escolhendo se relacionar apenas com pessoas que supostamente "estejam à sua altura". Esta escolha é fadada ao fracasso, por dois motivos:


1) Pela cegueira afetiva: não conseguir enxergar as qualidades do outro, focando apenas os defeitos;

2) Pelo narcisismo exacerbado: não desejam simplesmente se relacionar, mas sim, cercarem-se de pessoas que possam cultuá-los, prestando-lhes "homenagens e adoração"

Como lidar

Para modificar este quadro, é importante:

  • Ressignificar a auto imagem, quebrar conceitos e preconceitos, desfazer ideias cristalizadas a respeito de si mesmo e do mundo, abrir-se ao outro, deixar de lado (na medida do possível) o sentimento de superioridade, pois são barreiras que contribuem para o isolamento social, trazendo prejuízos em todas os contextos. 

  • Compreender o que é um relacionamento - Relacionamentos são vias de mão dupla. É preciso disposição para compreender e se adaptar ao outro. 

  • Romper as barreiras - Passar em revista seus valores e verifique se não é você que está rejeitando o mundo a sua volta. Algumas pessoas tendem a eliminar certos relacionamentos por medo de ser "contaminados" pelas ideias alheia e desta forma, perdem a chance de conhecer pessoas maravilhosas e viverem bons momentos. Se este não é seu caso, ótimo. Se for, verifique o que é melhor: conviver com suas ideias cristalizadas e na solidão ou abrir mão delas e estabelecer relacionamentos saudáveis? 

  • Estar disponível: Bons amigos ou parceiros afetivos não caem do céu. Estas relações precisam ser cultivadas. Por isso é importante sair do ostracismo e demonstrar desejo de proximidade por meio de atitudes simples. 

Conclusão

Se você convive com pessoas que têm dificuldade de relacionamento, saiba que a solução não é forçar o indivíduo a se relacionar, ao contrário, devem-se buscar os reais motivos que conduziram este indivíduo a esta situação de isolamento, portanto cuidado para não invadir o espaço da pessoa ao tentar ajudar. Pode ser que ela não queira a sua ajuda. Se precisar, com certeza pedirá.


Seja lá qual for o motivo que leva o indivíduo a não se expor, só podemos considerar como problemático o comportamento de esquiva que tiver trazendo sofrimento para o indivíduo. Nestes casos, sugiro que busque por apoio terapêutico.

Para saber mais sobre A dificuldade nos relacionamentos afetivos, clique aqui. 


Referências

ABREU, C. N. de. Tipos de apego: Fundamentos, Pesquisa e Implicações Clínicas. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2005.


LEVINE, A; HELLER, R.S.F. Apegados: um guia prático para estabelecer relacionamentos românticos e duradouros. Ribeirão preto. Ed. Novo Conceito: 2013.






*Psicologa Bradesco*




9 de outubro de 2017

A rejeição: como lidar quando alguém sai da sua vida

A rejeição:  como lidar quando alguém sai da sua vida



Preste atenção neste trecho:

psicologa Bradesco







Nestas poucas palavras os autores da letra descrevem como se dá um rompimento amoroso e como se sente quem não esperava por isso. O trecho grifado revela o começo de uma situação dolorosa, causada pelo fim de um sonho acalentado, construído tijolo-a-tijolo, conforme está explícito na metáfora da parede (Quando as paredes e o teto caíram).

Mas quando as paredes e o teto da esperança caem, é o final do sonho, início do pesadelo.

É natural que neste momento de rejeição as pessoas sintam-se desorientadas, por isso é comum também que usem vários artifícios para aliviar esta dor: uns arrumam outro par para fugir da solidão e evitar pensar naquele se foi; outros tentam de todas as maneiras possíveis resgatar esse amor perdido.

Tais técnicas nem sempre funcionam, afinal, quando não há correspondência afetiva, dificilmente será possível um retorno à situação anterior. Existem pessoas que esperam que as coisas se ajeitem à sua maneira, ou que o outro se ajuste para caber em seus sonhos, ou que o outro simplesmente volte.


Pessoas existem que temem não ter alguém para amar por sentir uma solidão imensa ("um frio soprou"). Este sentimento de solidão pode (em alguns casos) relacionar-se com o fato de não ter mais aquela pessoa, tão querida, tão agradável ao seu lado. Aquele contato físico caloroso, aquele sorriso encantador se foi e isso abre uma brecha para a pergunta: "o que eu tenho de errado?" ou " porque ele(a) não me quer mais"?. neste caso, a rejeição fica explícita!

Este sentimento de culpa leva algumas pessoas a perderem noites de sono: enquanto outras mudam visual, emagrecem (ou engordam), mudam atividades, gostos apensa para tentar atrair novamente aquela pessoa que se foi. será que isso adianta?

Em alguns casos, sim, mas em outros, decididamente, não.

Não vou falar dos casos em que isso ajuda, porque o leitor deve conhecê-los melhor que eu. Pretendo falar dos casos onde essas mudanças são infrutíferas, aquilo que é mais doloroso.

 As pessoas mudam. E tais mudanças trazem consigo outros significados para suas vivências. E isso naturalmente quer dizer que em muitos casos, quando o outro foi embora, foi porque quis. Porque entendeu que era hora de mudar e buscar algo que fizesse sentido para ele. Ou seja, não está relacionado com o que fica.
 
Por isso, às vezes mudanças radicais não resolvem.
 
Mas que fazer neste caso?
 
Não sei. Não tenho respostas. Aliás ninguém tem respostas pra esse tipo de questão...
 
Entretanto, se não existem respostas prontas, existem  dicas... e uma delas é que
 
Quando houver uma ruptura dolorosa, a primeira coisa a fazer é chorar. E chorar muito, dar vazão a sua dor, pois isso o fará cair na real. Vivenciar tais momentos é algo muito salutar no futuro.
 
Se tiver que fazer alguma mudança em si mesmo, faça.  Como eu disse acima, o outro ressignificou sua existência. Faça o mesmo, ressignifique sua vida a seu favor, procurando ser você mesmo.

Isto é importante, porque enquanto as relações afetivas duram, há uma confluência, como se os dois fossem um só. Quando vem a ruptura, parece que só há metade de um ser, já que o outro foi embora.... Isso é um erro, pois você só conseguirá amar de verdade se sentir pleno, e se conseguir enxergar que o outro é teu companheiro de viagem, não sua metade. Metade lembra incompletude. Se há incompletude, há falta, se há falta, é preciso descobrir (falta de que? Que me falta?)..

Por isso, pense muito sobre o sentido das relações afetivas. ("Será que estou com esta pessoa porque ela me completa? Me completa em que?")
 
Relacionamentos saudáveis são aqueles em que as pessoas se amam e são companheiras, mesmo que completamente diferente uma das outras..mas isso não tem fórmula não, cada caso é um caso..
 

9 de setembro de 2017

A necessidade de aceitação

A necessidade de aceitação


*psicologa amil*



Todos precisam de aceitação, mas o que significa “ser aceito”?

Aceitação consiste em acolher o outro da forma como ele se apresenta, com seus defeitos, qualidades e excentricidade, sem tentativas de modificá-lo para que satisfaça expectativas e se ajuste aos caprichos dos outros.

Quando são aceitas de forma incondicional, as pessoas tendem a manifestar-se de forma mais autêntica, conseguindo desenvolver suas potencialidades (Rogers, 1981).

No entanto, alguns indivíduos partem em busca de aceitação deixando pra trás o melhor de si. É muito frequente encontrar pessoas infelizes porque devem atender às expectativas alheias, muitas vezes devendo reprimir sentimentos, pensamentos e comportamentos, o que pode levar eventualmente ao desajuste emocional e ao adoecimento psíquico.

Para evitar estas situações, seria útil questionar os motivos que nos levam a buscar a aceitação pelos outros, abrindo mão de nós mesmos.
Será temos que aceitar sempre o que o outro impõe para nos aceitar? Será que ao tentar agradar alguém não estamos agredindo a nós mesmos?

Podemos levantar outros tantos questionamentos a respeito deste tema, mas isso iria alongar demais o assunto e as questões acima já são suficientes para nossa reflexão.


Reflita: se as perdas forem maiores que os ganhos, tente emitir outros comportamentos que favoreçam a você mesmo!

ROGERS, Carl. Tornar-se Pessoa. São Paulo: Martins Fontes, 1981

Amores histéricos


Amores histéricos:









Amores histéricos: quando a dificuldade de relacionamento chega na cama





Quem nunca sonhou com um "amor perfeito" que atire a primeira pedra!














Amores como nos filmes tornam-se, de algum modo ideais de relacionamento e tendem a influenciar os relacionamentos, pois retratam um universo onde os amantes buscam uma relação perfeita, onde todos os obstáculos são superados e tudo acaba bem. Porém, os personagens de filme (na maioria dos casos) não têm contas a pagar, nem obrigações a cumprir, nem prazos para entregar relatórios: vivem em função do objeto de seu amor.






Na vida real as coisas são diferentes:








Muitos indivíduos sonham com um amor que se aproxime do ideal de perfeição.






Quando pergunto as pessoas o que esperam de um relacionamento, as respostas são várias:



ter alguém para conversar, sair, viajar, compartilhar momentos bons, ter com quem contar nos piores momentos, vivenciar uma relação de cuidado mútuo, construir um futuro melhor, etc.


De certa forma, entendem que os amores dos filmes são impossíveis de vivenciar e concordam que sempre existe um ponto em que deverão ceder.










Mas quando um certo alguém muito especial aparece, a tendência a idealização surge novamente.... e isso levanta expectativas...que levam ao medo de não ser correspondido....que leva à cobrança...que leva ao desentendimento....que leva à histeria....que leva ao fim....que leva à frustração.












Fonte: http://www.angermanagementresource.com/Healing_Anger_Newsletter-love-anger-newsletter.html















Isto pode explicar porque alguns relacionamentos não ultrapassam o primeiro encontro













Os amores histéricos






De modo geral, são aqueles que foram construídos encima de idealizações muito distantes da realidade, uma vez que as expectativas são surreais, pois exigem sacrifícios da outra parte, que nem sempre estará disposta a abrir mão de si mesma para satisfazer os ideais do outro.






A frustração ganha corpo a cada dia, e a raiva, que é a emoção eliciada nestes momentos, leva o indivíduo a emitir comportamentos de "luta ou fuga", podendo brigar para conseguir o que quer, ou fugindo de discussões infrutíferas, calando-se, e desenvolvendo reações de ansiedade e estresse agudo.






Este conjunto de reações é chamada de Histeria, que pode comprometer inclusive o desempenho sexual de um casal, pois as áreas cerebrais envolvidas na relação sexual são as mesmas que estão envolvidas na ansiedade












De acordo com os estudos da pesquisadora Helen Fisher (2006), a ansiedade aumentada inviabiliza a produção dos hormônios sexuais, o que prejudica a relação sexual.






O que fazer?






Manter as expectativas em níveis realistas seria um bom começo.


Compreender que o seu parceiro afetivo tem outras prioridades na vida também ajuda muito a diminuir ansiedade.






Embora seja decepcionante saber que não somos prioridade na vida de alguém, isto é uma realidade e aceitar isto é bastante saudável. E ter outras prioridades, além do "grande amor" também é saudável.






As pessoas têm contas a pagar, relatórios a entregar, doenças a curar, ou seja, todos temos que lutar pela nossa sobrevivência neste mundo competitivo que estamos inseridos. As coisas boas da vida, como amar, passear, viajar se divertir vão deixando de ser prioridade e passando a segundo plano. Este Modus vivendi não é o ideal, mas é "o que temos pra hoje". Atualmente, se alguém tiver que escolher entre sua carreira e seu amor, certamente escolherá a carreira, justamente porque o nível de investimento é muito maior, e demanda tempo e dinheiro. Além disso, acredita-se que o retorno profissional é mais garantido que o retorno afetivo (embora isso seja questionável)






O mesmo vale para assuntos religiosos: raramente alguém abrirá mão de suas crenças para se relacionar com alguém que não as aceita, porque a religiosidade ajuda a formar a personalidade e abrir mão significa reconstruir uma parte de si mesmo.






Aceitar que o parceiro afetivo tem limitações ajuda a diminuir as expectativas, o que diminui a cobrança, a ansiedade e o estresse, melhorando o desempenho afetivo e sexual. E assim, os momentos que o casal passa junto, podem até ser poucos, mas certamente serão mais intensos e inesquecíveis.














REFERÊNCIAS



FISHER, Helen. Porque Amamos São Paulo. Record E, 2006

26 de agosto de 2017

08 fatores que dificultam um relacionamento

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*psicologa amil*




A amplitude do tema permite muitas interpretações.


Para conceituarmos a dificuldade é necessário esclarecer como os relacionamentos se desenvolvem. Na definição de Turner e Richardf (2013), os relacionamentos passam por fases:

  • Nas fases iniciais ocorrem as trocas de informações básicas, cuja finalidade é promover a busca por interesses afins, ocorrendo certa idealização a respeito do outro. 
  • Na fase seguinte ocorre a reciprocidade de auto-revelação, quando os indivíduos se colocam de forma mais íntima, buscando estreitar o vínculo.


É nesta fase que alguns relacionamentos tendem a desmoronar, pois a intimidade realista que o outro mostrou pode não corresponder à idealização oriunda da primeira fase e isto pode levar ao desentendimento.


Desnecessário alertar para os perigos da idealização excessiva, que responde pelo aumento das expectativas com relação ao outro, por isso é importante ser bastante realista no momento de estabelecer relações, a fim de conhecer quais os comportamentos e atitudes que do outro que podem ser tolerados.

Algumas variáveis que respondem pelo fracasso dos relacionamentos são:

1 – comunicação excessiva

Os relacionamentos são dinamizados em função da comunicação, por isto é importante ceder em alguns momentos para que a outra parte possa ser ouvida;

2- comunicação escassa

A dificuldade em se comunicar pode prejudicar alguns relacionamentos, pois é fundamental que os indivíduos se posicionem de alguma forma, nas diversas situações. Quem não sabe falar sobre seus sentimentos, ou não consegue descrever o que está sentindo corre o risco de ser mal interpretado. Para quem tem dificuldades em desenvolver estas habilidades sociais, sugiro que procure um bom psicoterapeuta. Existem técnicas muito eficientes.


3 – escuta excessiva


“escutar demais” em linguagem comum significa interpretar erroneamente aquilo que foi dito. Por isso é importante perguntar antes de fazer inferências inadequadas ou inoportunas.


4- escuta deficitária


Escutar “de menos” também pode colocar uma relação em xeque. É importante ouvir o que o outro tem a dizer, mesmo que não concordemos.


5 – olhar excessivo


Consiste em observar o comportamento do outro além do que é permitido pelos limites da individualidade.


6- Olhar deficitário


Consiste em não enxergar aquilo que é obvio e ululante, apresentando dificuldades em confrontar com a realidade e os obstáculos.


7 – Invasão


Invadir o outro consiste em romper com os limites colocados ou com a exigência de mais espaço na vida alheia, quando esta possibilidade é inviável.


8- Distanciamento


O extremo oposto também pode prejudicar muitas relações, pois é difícil estabelecer vínculos com indivíduos emocionalmente distantes, que não expressam suas emoções, pensamentos ou sentimentos.

Para saber mais sobre o tema, leia:

A dificuldade de relacionamento 

A dificuldade nos relacionamentos afetivos








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