9 de dezembro de 2017

A rejeição


*psicologa amil*É natural que neste momento as pessoas sintam-se desorientadas, por isso é comum também que usem vários artifícios para aliviar esta dor: uns arrumam outro par para fugir da solidão e evitar pensar naquele se foi; outros tentam de todas as maneiras possíveis resgatar esse amor perdido.

Tais técnicas nem sempre funcionam, afinal, quando não há correspondência afetiva, dificilmente será possível um retorno à situação anterior. Existem pessoas que esperam que as coisas se ajeitem à sua maneira, ou que o outro se ajuste para caber em seus sonhos, ou que o outro simplesmente volte.


Pessoas existem que temem não ter alguém para amar por sentir uma solidão imensa Este sentimento de solidão pode (em alguns casos) relacionar-se com o fato de não ter mais aquela pessoa, tão querida, tão agradável ao seu lado. Aquele contato físico caloroso, aquele sorriso encantador se foi e isso abre uma brecha para a pergunta: "o que eu tenho de errado?" ou " porque ele(a) não me quer mais"?.

Este sentimento de culpa leva algumas pessoas a perderem noites de sono: enquanto outras mudam visual, emagrecem (ou engordam), mudam atividades, gostos apensa para tentar atrair novamente aquela pessoa que se foi. será que isso adianta?

Em alguns casos, sim, mas em outros, decididamente, não.

Não vou falar dos casos em que isso ajuda, porque o leitor deve conhecê-los melhor que eu. Pretendo falar dos casos onde essas mudanças são infrutíferas, aquilo que é mais doloroso.

 As pessoas mudam. E tais mudanças trazem consigo outros significados para suas vivências. E isso naturalmente quer dizer que em muitos casos, quando o outro foi embora, foi porque quis. Porque entendeu que era hora de mudar e buscar algo que fizesse sentido para ele. Ou seja, não está relacionado com o que fica.
 
Por isso, às vezes mudanças radicais não resolvem.
 
Mas que fazer neste caso?
 
Não existem respostas prontas, mas algumas observações são  úteis:
 
Quando houver uma ruptura dolorosa, a primeira coisa a fazer é chorar. E chorar muito, dar vazão a sua dor, pois isso o fará cair na real. Vivenciar tais momentos é algo muito salutar no futuro.
 
Se tiver que fazer alguma mudança em si mesmo, faça.  


Como eu disse acima, o outro ressignificou sua existência. Faça o mesmo, ressignifique sua vida a seu favor, procurando ser você mesmo.

Isto é importante, porque enquanto as relações afetivas duram, há uma confluência, como se os dois fossem um só. Quando vem a ruptura, parece que só há metade de um ser, já que o outro foi embora.... Isso é um erro, pois você só conseguirá amar de verdade se sentir pleno, e se conseguir enxergar que o outro é teu companheiro de viagem, não sua metade. Metade lembra incompletude. Se há incompletude, há falta, se há falta, é preciso descobrir  o que falta.

Por isso, pense muito sobre o sentido das relações afetivas. ("Será que estou com esta pessoa porque ela me completa? Me completa em que?")
 
Relacionamentos saudáveis são aqueles em que as pessoas se amam e são companheiras, mesmo que completamente diferente uma das outras..mas isso não tem fórmula não, cada caso é um caso..
 

A necessidade de solidão

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Vivemos em uma sociedade que se movimenta o tempo todo. Parece que sempre há algo urgente a ser feito, algum contato, algum serviço, etc.

Celulares e computadores ligados dia e noite tornam nossa conexão com o mundo muito mais eficiente, pois a qualquer hora do dia ou da noite é possível entrar em contato com alguém que esteja disponível.

Porém no meio deste turbilhão de informação, as vezes é necessário uma pausa. Nestes momentos o isolamento é bem vindo. Como refletir sobre nós, nossos valores, nossas relações, se não conseguimos tempo para estar conosco mesmos?

As vezes é necessário dar uma pausa, tomar um ar.
Não que isto vá resolver todos os seus problemas, mas com certeza, vai ajudar a encontrar algumas respostas, que no afã das atividades cotidianas passam despercebidas.

A mídia pinta a solidão como algo nocivo, que deve ser evitada a todo custo. Alguns indivíduos saem pela cidade em busca de companhia, mesmo que por uma noite, apenas para ter a sensação de que (naquele momento) estão acompanhados. Porém, isto não parece ser suficiente para aliviar o sentimento de solidão que o corrói.

A solidão pode se tornar algo ruim quando gera desprazer. Mas pode ser muito bem vinda naqueles momentos em que nos sentimos mais triste, pois é importante entrar em contato com nosso "eu" para definir  prioridades, metas, caminhos e possibilidades, além de traçar estratégias compensatórias para os planos que não deram certo.



O psiquiatra Storr (1999) aponta que a solidão é útil para que o indivíduo possa dar vazão ao seu lado criativo, o que não ocorre quando estamos acompanhados. Não que seja necessário isolar-se sempre, porém em alguns momentos o isolamento pode ser útil e produtivo, tanto do ponto de vista laboral, quanto psicológico





Referência:
STORR, Anthoy. Solidão. São Paulo. Benvirá, 1999

A dificuldade de relacionamento

A dificuldade de relacionamento


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Por que algumas pessoas apresentam mais dificuldade em se relacionar que as outras? 



O tema não é fácil e abre diversas possibilidades de entendimento. A proposta aqui não é esgotar o assunto, mas ao contrário, buscar novas formas de entendimento.


Aquilo que para alguns é tão natural, para outras é um pesadelo, preferindo abster-se do convívio social, isolando-se ou buscando apenas relacionamento na internet, onde não precisam se expor com totalidade, podendo "deletar os indesejáveis" quando bem entender.


Não vamos considerar como dificuldade o simples fato de um indivíduo se desentender somente com uma ou duas pessoas. Isto pode ser uma questão de ajuste na relação e é assunto pra outro tópico. O foco aqui são as dificuldades que trazem limitações e prejuízos sociais, afetivos e financeiros.


Em alguns casos, a história de vida de alguns indivíduos aponta para ocorrências limitadoras durante a infância ou adolescência, levando-os a se sentirem "inferiores", ou "superiores" aos demais. Isto pode colaborar para que alguns indivíduos acumulem pequenas dificuldades para se relacionar e num dado momento percebem que não conseguem mais se relacionar de forma saudável em nenhum contexto.

Precisamos considerar que no momento histórico que atravessamos somos ensinados (através da mídia, principalmente) a temer e desconfiar de todos. Desta forma, formam-se "classes" de pessoas com interesses divergentes, o que desfavorece a formação de novos vínculos. 

Como deixar de lado as diferenças e estabelecer relações saudáveis, se não formos ensinados? Como deixar de temer o diferente? Como confiar no outro? Bem, são questões difíceis e exigem muita reflexão, amadurecimento afetivo e senso crítico bem desenvolvido.
Algumas variáveis desfavorecem as interações sociais:

Timidez excessiva


Pessoas que se consideram muito tímidas geralmente têm medo da reação do outro, durante os momentos de interação social. 


A vergonha que sentem indica uma tendência à acomodação, uma vez que é mais cômodo "ficar na sua", do que correr o risco de ser alvo de chacotas ou desagrado.


Em geral, pois não desenvolveram formas de lidar com a possibilidade de rejeição ou desagrado da outra parte, o que os leva a se relacionar o mínimo possível. Não funciona muito exigir que se “solte mais”. Ele sabe disso melhor que qualquer um. Apenas não sabe exatamente como fazer isso



Sentimento de rejeição crônica


Indivíduos que apresentam sentimentos crônicos de rejeição, geralmente têm dificuldades de se relacionar com qualquer pessoa, pois se consideram inferior a todos. Geralmente, justificam sua dificuldade com frases do tipo:

“Não tenho assunto”;“Sou feio(a)”;“Não sou inteligente”;“Sou rejeitado”.

Sua visão de mundo é catastrófica: acredita que as coisas boas só acontecem aos outros, menos com ele. 

Sentimento de superioridade

Alguns indivíduos apresentam autoimagem distorcida sobre si mesmos, considerando-se "superiores" aos demais, seja em termos de beleza, riqueza, bondade, poder aquisitivo, classe social, cultura, gostos, etc. Estes indivíduos tendem a ser absurdamente seletivos em suas interações sociais, muitas vezes a humilhar pessoas que consideram "inferiores".


Neste caso, a dificuldade de relacionamento é causada pela falta de humildade e empatia, pois estes indivíduos tendem a ser seletivos, escolhendo se relacionar apenas com pessoas que supostamente "estejam à sua altura". Esta escolha é fadada ao fracasso, por dois motivos:


1) Pela cegueira afetiva: não conseguir enxergar as qualidades do outro, focando apenas os defeitos;

2) Pelo narcisismo exacerbado: não desejam simplesmente se relacionar, mas sim, cercarem-se de pessoas que possam cultuá-los, prestando-lhes "homenagens e adoração"

Como lidar

Para modificar este quadro, é importante:

  • Ressignificar a auto imagem, quebrar conceitos e preconceitos, desfazer ideias cristalizadas a respeito de si mesmo e do mundo, abrir-se ao outro, deixar de lado (na medida do possível) o sentimento de superioridade, pois são barreiras que contribuem para o isolamento social, trazendo prejuízos em todas os contextos. 

  • Compreender o que é um relacionamento - Relacionamentos são vias de mão dupla. É preciso disposição para compreender e se adaptar ao outro. 

  • Romper as barreiras - Passar em revista seus valores e verifique se não é você que está rejeitando o mundo a sua volta. Algumas pessoas tendem a eliminar certos relacionamentos por medo de ser "contaminados" pelas ideias alheia e desta forma, perdem a chance de conhecer pessoas maravilhosas e viverem bons momentos. Se este não é seu caso, ótimo. Se for, verifique o que é melhor: conviver com suas ideias cristalizadas e na solidão ou abrir mão delas e estabelecer relacionamentos saudáveis? 

  • Estar disponível: Bons amigos ou parceiros afetivos não caem do céu. Estas relações precisam ser cultivadas. Por isso é importante sair do ostracismo e demonstrar desejo de proximidade por meio de atitudes simples. 

Conclusão

Se você convive com pessoas que têm dificuldade de relacionamento, saiba que a solução não é forçar o indivíduo a se relacionar, ao contrário, devem-se buscar os reais motivos que conduziram este indivíduo a esta situação de isolamento, portanto cuidado para não invadir o espaço da pessoa ao tentar ajudar. Pode ser que ela não queira a sua ajuda. Se precisar, com certeza pedirá.


Seja lá qual for o motivo que leva o indivíduo a não se expor, só podemos considerar como problemático o comportamento de esquiva que tiver trazendo sofrimento para o indivíduo. Nestes casos, sugiro que busque por apoio terapêutico.

Para saber mais sobre A dificuldade nos relacionamentos afetivos, clique aqui. 


Referências

ABREU, C. N. de. Tipos de apego: Fundamentos, Pesquisa e Implicações Clínicas. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2005.


LEVINE, A; HELLER, R.S.F. Apegados: um guia prático para estabelecer relacionamentos românticos e duradouros. Ribeirão preto. Ed. Novo Conceito: 2013.



*Psicóloga*






*Psicologa Bradesco*




30 de novembro de 2017

Como lidar com Remorsos

Como lidar com Remorsos




Reconhecer os erros é ótimo. 

Remoê-los, não.

*psicologa amil*Remorso não é um sentimento que ajude o indivíduo a se sentir melhor, ao contrário, favorece a estagnação, impossibilitando a vivência de novas situações gratificantes.

Algumas pessoas acreditam que deverão ser punidas “eternamente” em função de erros cometidos, não se permitindo ser feliz novamente. No entanto, conviver com o remorso não vai corrigir os erros do passado. Ao contrário, pode conduzir ao isolamento,  e à depressão. 

Se conseguiu perceber que errou, ótimo. 

Tente extrair algumas lições. 

Se conseguiu perceber o quanto algumas atitudes foram prejudiciais para si mesmo ou para outros vai entender que não dá pra mudar o passado, mas dá pra ressignificá-lo, ou seja, dar a ele outra interpretação, dentro de um novo contexto. 

Não convém fingir que nada aconteceu, que está tudo bem, pois esta atitude adia a busca por soluções efetivas, e a situação difícil tende a se prolongar. A pior mentira é aquela que contamos pra nós mesmos.

O “pensamento positivo” neste caso é válido se conduzir o indivíduo a comportamentos efetivos para contornar a situação adversa.

Assumir erros é válido, quando isto os fizer pensar criticamente sobre nossa conduta, bem como sobre os fatores que nos levaram a cometê-los.

Outro ponto importante a ser considerado é que nada é permanente. 
Por mais que um momento seja doloroso, ele passa! 
Para alguns passa mais rápido, para outros nem tanto. Mas passa.

Muitas vezes, o auxílio externo pode ser desejável, pois algumas situações são como bagagens pesadas demais para serem carregadas sozinho.
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28 de novembro de 2017

DISTORÇÕES COGNITIVAS


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Distorções cognitivas são erros de sensação, percepção e memória, que influenciam na maneira de pensar e agir, tanto negativamente, como positivamente, geralmente trazendo conflitos de relacionamento familiar ou social.

As distorções mais frequentes são:


  • Catastrofização
No senso comum é conhecido como "tempestade em copo d'água". Não é porque um detalhe de um projeto saiu errado, que o projeto está perdido! Se o outro não retornou a ligação não significa que o relacionamento está totalmente abalado.

  • Pensamento "tudo ou nada" (It's now ou never)
Na prática isto significa que não há um meio-termo na compreensão dos fatos. Por exemplo: se um indivíduo passa por outro e sorri, está "dando mole"; se não sorri é antipático, grosseiro, etc... Se uma moça está um pouco acima do peso é considerada "obesa", "fora de forma"; se está abaixo "está com algum problema de saúde", etc.

  • Adivinhação
Esta distorção geralmente começa com a frase "Eu sei o que você está pensando". Felizmente ninguém pode adivinhar o pensamento do outro. Podemos ter a habilidade de perceber os sentimentos alheios somente se o outro demonstrar de forma observável. A ciência ainda não comprovou que o pensamento textual é passível de leitura externa.

  • Raciocínio Emocional
Embora este "método" seja amplamente divulgado pelas mídias, trata-se de uma distorção.. Um exemplo clássico de erros cometidos quando se adota esta tipo de raciocínio são as cenas de ciúme infundado. Imagine que um rapaz vê sua namorada conversando com um belo colega na saída do trabalho. Certamente ficará com ciúme. Porém, o fato de ter sentido ciúme não significa que há algum envolvimento entre os dois; pode ser um simples bate papo.

Isto ocorre porque aprendemos erroneamente que "certos comportamentos são indícios de algumas intenções". Isto não é verdade o que leva muitas pessoas a cometerem injustiças, as vezes irreparáveis.

  • Generalização
Este erro cognitivo é um dos mais frequentes; cometemos sem pensar muitas vezes ao dia: por exemplo:
"Choveu muito e alagou a cidade inteira"; " Tudo está muito caro", "Ela pensa em comer"; 
Salvo em algumas exceções, estas palavras indicam a ampliação de uma informação, que pode levar a enganos verdadeiros.

Por exemplo:Ao dizer que "Choveu muito e alagou a cidade inteira", ao invés de "Existem alguns pontos de alagamentos", pode levar alguns indivíduos a acreditarem que não devem sair de casa, e com isto deixar de fazer coisas importantes,

Outro exemplo frequente:
"Tudo o que é barato demais não presta"
Sabe-se que na prática não é bem assim: basta andar um pouco para encontrar verdadeiras ofertas de bons produtos, que os comerciantes colocam a venda pro diversas razões.


  • Rotulação:
É uma espécie de generalização categorizada. Trata-se de uma linguagem típica de pessoas desinformadas, ou mal-intencionadas. Na nossa prática clínica, podemos citar como exemplos as auto-rotulações:

"Sou bipolar porque acordo alegre e fico triste a noite";
"Tenho TOC porque nunca piso na lajota preta"
"Estou em depressão porque chorei muito vendo o filme"
"Estou de TPM porque perdi a paciência com a secretária"
"Meu filho tem TDAh, porque não pára quieto"

Estas rotulações, as vezes servem como mecanismos de defesa. Pergunte ao seu terapeuta sobre isto...

  • Personalização
Tendência a atribuir a si os eventos ruins:
"Ela me abandonou porque eu sou feio"
"Ninguém gosta de mim porque minha roupa é velha"

ou eventos bons

"a festa ficou mais animada depois que eu cheguei"
"sua vida sem mim não tem sentido"
"o grupo só funciona bem porque eu dito as regras"

  • Baixa tolerância à frustração.
Embora muitos não acreditem, é possível suportar o que parece insuportável. Muitos de nós já atravessamos situações difíceis, que parecia impossível superar... e estamos aqui!


Existem outros tipos de distorções cognitivas. Este post foi apenas uma "pincelada sobre o assunto", para ajudar a compreender um pouco sobre as diversas formas de pensar que nos levam a cometer enganos, deslizes e perder ótimas oportunidades.