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14 de junho de 2018

A necessidade de solidão

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Vivemos em uma sociedade que se movimenta o tempo todo. Parece que sempre há algo urgente a ser feito, algum contato, algum serviço, etc.

Celulares e computadores ligados dia e noite tornam nossa conexão com o mundo muito mais eficiente, pois a qualquer hora do dia ou da noite é possível entrar em contato com alguém que esteja disponível.

Porém no meio deste turbilhão de informação, as vezes é necessário uma pausa. Nestes momentos o isolamento é bem vindo. Como refletir sobre nós, nossos valores, nossas relações, se não conseguimos tempo para estar conosco mesmos?

As vezes é necessário dar uma pausa, tomar um ar.
Não que isto vá resolver todos os seus problemas, mas com certeza, vai ajudar a encontrar algumas respostas, que no afã das atividades cotidianas passam despercebidas.

A mídia pinta a solidão como algo nocivo, que deve ser evitada a todo custo. Alguns indivíduos saem pela cidade em busca de companhia, mesmo que por uma noite, apenas para ter a sensação de que (naquele momento) estão acompanhados. Porém, isto não parece ser suficiente para aliviar o sentimento de solidão que o corrói.

A solidão pode se tornar algo ruim quando gera desprazer. Mas pode ser muito bem vinda naqueles momentos em que nos sentimos mais triste, pois é importante entrar em contato com nosso "eu" para definir  prioridades, metas, caminhos e possibilidades, além de traçar estratégias compensatórias para os planos que não deram certo.



O psiquiatra Storr (1999) aponta que a solidão é útil para que o indivíduo possa dar vazão ao seu lado criativo, o que não ocorre quando estamos acompanhados. Não que seja necessário isolar-se sempre, porém em alguns momentos o isolamento pode ser útil e produtivo, tanto do ponto de vista laboral, quanto psicológico





Referência:
STORR, Anthoy. Solidão. São Paulo. Benvirá, 1999

Como descobrir uma traição

Este artigo não tem a pretensão de ensinar ninguém a ser detetive, ao contrário, visa apenas esclarecer alguns pontos sobre o comportamento das pessoas que traem costumeiramente, a fim de evitar brigas desnecessárias entre os casais, afinal, nem tudo o que parece, é.

O que é uma traição?

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É o descumprimento de um acordo de qualquer natureza. Nos relacionamentos afetivos geralmente dois tipos de compromisso: o efetivo e o a afetivo. A traição pode ocorrer em algum destes níveis. No nível efetivo ocorre quando o (a) paceiro(a) se envolve com outra pessoa fisicamente (ou virtualmente); no plano afetivo ocorre quando este envolvimento não ocorre, mas o sentimento muda na direção de outra pessoa.


Como descobrir uma traição?

Quem trai geralmente sinaliza de algum modo. As vezes é bastante óbvio: cheiro de perfume diferente, mudanças bruscas de comportamento e atitudes, (sejam elas boas ou ruins), distanciamento, mudanças abruptas de interesses,  desatenção, aumento súbito de ansiedade, etc. Devemos observar, entretanto, se estes sinais não seriam por outros motivos como problemas na vida financeira, profissional ou pessoal.

Mas as vezes isso não fica óbvio, pois algumas pessoas disfarçam de maneira muito sutil, e nestes casos, não há o que fazer.


Vale a pena descobrir a traição?

Depende muito do momento que cada casal está vivendo e da gravidade do que está acontecendo. Em muitos casos, a traição não passou de um momento de insanidade da outra parte, e não trouxe grandes problemas para o casal. 

Mas em alguns casos é importante ir a fundo, especialmente quando a traição está aliada a dilapidação de patrimônio conjunto, é importante investigar melhor, para reduzir os danos materiais e psicológicos.


Como lidar?

Cabe a cada um analisar a situação e verificar até que ponto consegue perdoar. Existem casos que merecem perdão, outros não.
A melhor forma é abordar a situação com a cabeça fria, porém expor tudo o que sabe a respeito e manifestar seu desconforto.

9 de junho de 2018

Relacionamentos Promissores

Relacionamentos Promissores: O que são, e como mantê-los?


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Em tempos de liquidez afetiva (Bauman, 1999), estabelecer relações promissoras parece impensável. Tanto na vida familiar, profissional, afetiva ou pessoal, os relacionamentos se configuram como utilitaristas, ou seja, existe uma tendência a pensar sobre os relacionamentos em termos de perdas/ganhos. Não que esta ideia seja totalmente equivocada, afinal todos querem dar e receber algo. Talvez o equívoco aqui seja o que  se espera em troca?

Numa sociedade cada vez mais individualizada como a nossa, onde a competitividade é palavra de ordem, somos condicionados a ver o outro como nosso "rival", alguém que vai tirar aquilo que conquistamos.Neste cenário, as relações são marcadas por forte desconfiança.

É possível confiar no outro?

Naturalmente, a resposta não é tão simples. Seria leviandade afirmar que todas as pessoas são dignas de confiança ao primeiro contato. É preciso conhecer seus princípios, sua forma de se relacionar, suas esperanças, etc.  No entanto, não é saudável manter-se em estado de alerta e desconfiança continuamente. É preciso arriscar-se um pouco no momento de estabelecer novos relacionamentos, O ideal é conhecer o momento certo de investir e recuar. Ressaltando que também somos avaliados pelos outros...

Confiança é suficiente?

É um ingrediente importante, mas não é suficiente.
Para estabelecer relações saudáveis é importante que haja EMPATIA, ou seja a capacidade de colocar-se no lugar do outro, compreender o que e o porquê sente aquilo que sente.
Especialmente nos relacionamentos amorosos, a falta de empatia colabora para minar relações que pareciam promissoras a princípio.

O papel da Empatia nas relações

Embora seja difícil, praticar a empatia não é algo impossível, nem exige "cursos de especialização", mas é necessário que deixemos nossa "zona de conforto" para entrar na zona de conforto do outro, por um momento apenas, retornando para a nossa assim que possível.  Não se trata de mudar de ponto de vista, mas colocar-se no lugar do outro para entender seu contexto.

Ao se colocar no lugar do outro, fica mais fácil compreender as variáveis que o levam a agir de determinada forma, seus pensamentos, sentimentos e comportamentos. 

Que fique bem claro: colocar-se no lugar do outro não de ser entendido como adotar sua personalidade  forma permanente, ao contrário, é "ir até ele e voltar para você em seguida".

Também não é concordar com seus valores, ou aceitar seus comportamentos equivocados. É apenas compreender para não cometer julgamentos prejudiciais à relação.

Na prática ter empatia com o outro é compreender que se o outro está triste, é porque aconteceu algo fora das relação, e dar ao outro o tempo suficiente para se refazer do susto.

Talvez a dificuldade em praticar a empatia nas relações amorosas se dê pelo simples fato de que um dos pares (as vezes os dois) se colocam como centro do universo da vida do outro, e acreditam viverem numa bolha onde nada mais os afeta, apenas o amor deve bastar, ignorando as variáveis que vêm de fora. Este quadro é comum nas paixões iniciais (quando parte do cérebro está ocupada em produzir ocitocina para promover a vinculação e o senso crítico está prejudicado). Neste cenário mental, praticar a empatia é difícil , pois é natural que o indivíduo exija toda atenção para si. Mesmo assim, é possível ser empático, justamente para viver uma relação mais saudável quando a paixão diminuir.

Conclusão:

Relacionamentos promissores exigem, confiança, compreensão e empatia.

 Exigem um pouco mais... É preciso enxergar o outro como ele é, sem deixar de ser você mesmo.

É preciso ir ao outro, e saber voltar para si.



Leia mais:




Pulicado originalmente em 15 de dezembro de 2015




Relacionamentos promissores

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4 de junho de 2018

Dificuldade de amar

Dificuldade de amar

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Alguns indivíduos se queixam da dificuldade em encontrar o “par perfeito”, a “alma gêmea”, etc, e nesta busca enveredam por mil caminhos diferentes, percorrendo caminhos tortuosos. 

Considerando que as relações se estabelecem em função das gratificações que proporcionam, é natural que os indivíduos busquem se relacionar com pessoas que possam “preencher” suas necessidades mais elementares de afeto.

Neste caso, existem vários níveis de dificuldade:
  1. onde encontrar pessoas;
  2. como abordar pessoas;
  3. como estabelecer o vínculo;
  4. como manter o vínculo;
  5. como manter a qualidade da relação
1. Onde encontrar pessoas

Para encontrar pessoas que tenham afinidades mínimas com você, é necessário ajustar a sua busca em ambientes onde estas pessoas possam ser encontradas. Em ambientes onde as pessoas buscam apenas descontração, podem ocorrer bons encontros, porém não se pode garantir que durem por muito tempo. Mas vale o risco.

1. Como abordar pessoas.

Para muitos, este é o momento "bicho-papão". Porém a dificuldade poderá ser minimizada se o indivíduo deixar de lado o medo de arriscar e tentar uma aproximação sutil, sem muita intimidade. Um bom começo é falar sobre o local onde se encontram, perguntar o que a pessoa está achando do local, etc.Cuidado com elogios neste momento: podem ser bem vindos, desde que não sejam invasivos.

3. Como estabelecer vínculos

Este passo não é o mais difícil, porém é o que dá mais trabalho, pois exige muita cautela, uma vez que é necessário conhecer o funcionamento emocional, e a rotina da outra parte, a fim de saber em que momentos os contatos podem ser feitos e o que esperar dela. Para que ocorra uma boa vinculação, é necessária observação e paciência.

4. Como manter vínculos
Abreu (2005) informa que a vinculação entre casais apresenta semelhanças com a vinculação infantil, salientando que:

a) da mesma forma que a criança, o adulto tende procurar seu parceiro nos momentos de grande ansiedade; b) a imagem de seu cônjuge é associada à conforto e segurança (base segura); c) a separação gera ansiedade, tanto na criança que se separa dos cuidadores, quanto no adulto que se separa do seu par. (p.149)
Para manter o vínculo, é necessário manter o relacionamento em segurança, evitando atitudes que coloquem em risco a confiança, de forma irreversível. 
Levine e Heller (2013) apontam que existem dois tipos de apego, os  (a) ansiosos e (b) evitativos:



A.Os tipos ansiosos

Geralmente exigem atenção e demonstração de afeto, a fim de que conseguirem a confirmação que são realmente amados. Entendem que uma relação seja como uma fogueira que deve ser cuidada para que não se extinga. 
Para quem se relaciona com indivíduos que se aproximam deste padrão de apego, os autores (op. cit.) sugerem que ofereçam a eles a base segura que lhes falta.
Porém isto nem sempre é fácil. Oferecer segurança a quem não adquiriu ao longo do desenvolvimento pode ser uma tarefa dolorosa, pois requer muita sabedoria. É necessário que haja um diálogo claro, onde as pessoas busquem conhecer suas necessidades afetivas e consigam equilibrar os ganhos e as perdas. 

B. Os tipos Evitativos
Segundo Levine e Heller (2013) São aqueles que parecem que estão sempre fugindo de uma relação. Mas isto não significa que  não amem seu parceiro, apenas que precisam manter seu espaço preservado. Tais indivíduos geralmente não costumam partilhar seu afeto além daquilo que julgam adequando, pois temem que serão invadidos e terão sua individualidade comprometida. 
A melhor forma de se relacionar com estes indivíduos é oferecendo a eles o espaço necessário para viverem de forma autêntica. Mas isto também não é fácil! Afinal que se relaciona geralmente deseja compartilhar vivências e afetos. É importante que haja paciência e compreensão, para negociar com o parceiro evitante o espaço necessário para o relacionamento. Convém não forçá-lo a estabelecer relações mais íntimas do que podem oferecer, uma vez que esta atitude evitativa possivelmente foi adquirida ao longo do desenvolvimento. Por isso “forçar a barra” só vai fazer com que ele se afaste ainda mais.


No entanto, a sugestão que se faz para quem está com dificuldades de se relacionar com o ansioso ou com o evitante é que verifique prioritariamente as próprias necessidades afetivas e a disposição em negociar com pessoas diferentes e pouco dispostas a mudar. Se o relacionamento for gratificante, convém buscar apoio terapêutico para mediar os conflitos e ajustar as necessidades.

Apesar das diferenças pessoais, um relacionamento afetivo dar certo, mas é necessário que os pares se apropriem das suas diferenças, sem negá-las, assumindo defeitos e qualidades e mantendo sempre um diálogo aberto.



5. Como manter a qualidade da relação



Uma relação de qualidade tem de ser boa para os dois. E para que isto ocorra é importante que os envolvidos conheçam os pontos fracos e fortes do outro, buscando alternativas para evitar o estresse e a confrontação desnecessárias. Neste artigo você encontra algumas dicas de como proceder neste sentido.



Variáveis sócio-históricas

Outro ponto importante a considerar é o momento histórico que atravessamos: somos ensinados (através da mídia, principalmente) a temer e desconfiar de todos.

Ensinaram-nos que:

  • O outro é um concorrente, não um semelhante; 
  • o outro é uma ameaça, não uma fonte de apoio;
  • o outro é diferente;
  • o outro é pior;
  • o outro é melhor;
  • o outro tem mais;
  • o outro tem menos;
  • etc.

Desta forma, vamos formando "classes" de pessoas com interesses parecidos.É tendência do ser humano se relacionar com seus pares, ou seja, aqueles que têm interesses em comum. A dificuldade surge justamente quando precisamos nos relacionar com o diferente. Como deixar de lado as diferenças e estabelecer relações saudáveis, se não formos ensinados? Como deixar de temer o diferente? Como confiar no outro? Bem, são questões difíceis e exigem muita reflexão. 


No entanto, alguns pontos devem ser observados:


 1º Compreender o que é um relacionamento - Relacionamentos são vias de mão dupla. É preciso disposição para compreender e se adaptar ao outro.



 2º) Romper as barreiras - Passar em revista seus valores e verifique se não é você que está rejeitando o mundo a sua volta. Algumas pessoas tendem a eliminar certos relacionamentos por medo de ser "contaminados" pelas ideias alheia e desta forma, perdem a chance de conhecer pessoas maravilhosas e viverem bons momentos. Se este não é seu caso, ótimo. Se for, verifique o que é melhor: conviver com suas ideias cristalizadas e na solidão ou abrir mão delas e estabelecer relacionamentos saudáveis?



3º Estar disponível: Bons amigos ou parceiros afetivos não caem do céu. Estas relações precisam ser cultivadas. Por isso é importante sair do ostracismo e demonstrar desejo de proximidade por meio de atitudes simples. 





Conclusão:

Seja lá qual for o motivo que leva os indivíduos a apresentarem dificuldades nos relacionamentos, é fundamental não negar este fato. 
Assumir a dificuldade é o primeiro passo para modificá-la.

A modificação passa obrigatoriamente pela ressignificação da auto imagem, exigindo a revisão de conceitos e preconceitos, mitos, lendas e crenças, destruindo ideias cristalizadas a respeito de si mesmo e do mundo, abrir-se ao outro, deixar de lado (na medida do possível) o medo da rejeição e o sentimento de superioridade, pois são barreiras que contribuem para o isolamento social, trazendo prejuízos em todas os contextos.

Se você convive com pessoas que têm dificuldade de relacionamento, saiba que a solução não é forçar o indivíduo a se relacionar, ao contrário, devem-se buscar os reais motivos que conduziram este indivíduo a esta situação de isolamento, portanto cuidado para não invadir o espaço da pessoa ao tentar ajudar.

Pode ser que ela não queira a sua ajuda. Se precisar, com certeza pedirá.



Seja lá qual for o motivo que leva o indivíduo a não se expor, só podemos considerar como problemático o comportamento de esquiva que tiver trazendo sofrimento para o indivíduo. Nestes casos, sugiro que busque por apoio terapêutico.





Referências

ABREU, C. N. de. Tipos de apego: Fundamentos, Pesquisa e Implicações Clínicas. São Paulo. Casa do Psicólogo, 2005.



LEVINE, A; HELLER, R.S.F. Apegados: um guia prático para estabelecer relacionamentos românticos e duradouros. Ribeirão preto. Ed. Novo Conceito: 2013.








dificuldade de amar

psicologa Amil

psicologa


28 de maio de 2018

Amor sem limites

Dizem os poetas que 
"A medida de amar é amar sem medida"
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Entendo que estas máximas não devem ser levadas a sério, porque tudo na vida deve ter um limite; inclusive o amor.



Amar é uma das melhores coisas da vida, uma vez que este sentimento nos coloca em um estado de felicidade indescritível, faz bem à saúde e nos motiva em muitas áreas da vida.



Porém, como tudo, Amar deve ter um limite. Mas quais seriam os limites do amor?



A resposta não é óbvia, nem linear, pois cada um de nós tem uma capacidade de amar diferente: uns amam demais e não demonstram, outros demonstram demais e não amam muito, uns não demonstram e não ama, outros demonstram muito e amam demais. Portanto, não é pela demonstração que se pode medir o quanto de amor uma pessoa consegue produzir.



Os limites do amor esbarram no desgaste emocional de cada um: quando este sentimento estiver produzindo mal-estar emocional, doenças físicas, baixa produtividade, depressão, ansiedade, redução do sono, do apetite, é hora de "puxar o freio de mão". Será que o amor trás consigo dor e sofrimento? Ou será que a dor e o sofrimento são consequências do excesso de expectativas?



O sinal vermelho para a velocidade do amor é o grau de abandono de outras áreas da vida: deixar o trabalho, os estudos, a família, para viver um grande amor pode não ser uma boa ideia, uma vez que um amor saudável é aquele que se integra na vida do indivíduo, e não precisa destruir aquilo que já foi construído e solidificado. 



Se você não sabe amar, dentro dos limites aceitáveis, sem perder a qualidade de vida, busque ajuda psicológica. Uma psicologa pode te orientar e ajudar a buscar sua felicidade, sem abrir mão do amor, e da própria vida.




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Indicação de Leitura

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  • A mente vencendo o humor - Greenberger, D., & Padesky, C. A. (1999)
  • Amar ou depender - Walter Riso
  • Amor, ódio e Reparação - Melanie Klein
  • Amores que Matam
  • Coleção EMOÇÔES - Mente e cérebro
  • Porque Amamos - Helen Fisher
  • Psicologia do Amor - Nathanael Baden
  • Seis Estudos de Psicologia - Jean Piaget
  • Sexo, Amor, Endorfinas e Bobagens - Cibele Fabichak
  • Solidão - Anthony Storr