Por que seguimos Regras? Uma Visão da TCC
Na análise do comportamento, as regras são estímulos discriminativos verbais. Elas diferem do comportamento modelado por contingências porque dependem de instruções (falante) e não apenas da interação direta com o ambiente. Instruções, conselhos e ordens são exemplos de regras que moldam nossas ações.
O Reforço Imediato vs. O Reforço Último
Muitas vezes seguimos regras por reforços imediatos, mas elas estão sempre ligadas a uma consequência a longo prazo. Veja os exemplos analisados pela Psicóloga:
- • O Trânsito: Respeitamos o limite de velocidade para evitar multas (reforço imediato), mas o reforço último é a sobrevivência e a preservação da espécie.
- • A Academia: Um estudante segue normas técnicas inicialmente pela nota, mas com o tempo, o comportamento torna-se uma categoria funcional habitual.
Os Perigos da Obediência Cega
Um fator crítico do comportamento controlado por regras é o risco de cristalização do pensamento. Quando seguimos normas sem questionar, podemos manter ideologias prejudiciais ou preconceitos, como observado em momentos históricos de obediência cega a líderes autoritários.
Embora se diga que regras são "internalizadas", para a ciência do comportamento, elas permanecem no ambiente de forma simbólica ou sonora. A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) atua justamente na identificação dessas regras que, embora invisíveis, controlam nossas vidas e podem causar sofrimento.
Entender as regras que regem sua vida é o caminho para a verdadeira liberdade de escolha.
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