Estudos preliminares sobre uso compulsivo de internet

Eu já fui usuária compulsiva de internet.
Quero fazer iniciação Científica.
Gosto de Neurociências, especialmente Neuropsicologia.

Nada mais justo que eu façla minha iniciação cientifica sobre este tema tão importante e pouco estudado. Sendo assim, apreento a voces a introdução do meu trabalho. Aceito críticas e sugestões, desde que sejam pertinentes... rs

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Introdução


A comunicação favorece a manutenção e perpetuação das espécies, por isso desde os pri-mórdios da humanidade, o homem sempre desenvolveu meios de comunicação. Da pintura rupestre aos avançados dispositivos tecnológicos o homem busca aprimorar os meios de comunicação.

A rede mundial de computadores (ou Internet) surgiu durante a Guerra Fria com objetivos militares e foi evoluindo até tornar-e o meio de comunicação mais usado no mundo atual-mente. Este avanço proporcionou à humanidade desenvolvimentos em diversas áreas do conhecimento científico, bem como a difusão da cultura e lazer.

De acordo com o Núcleo de Pesquisas em Psicologia e Informática (NPPI), o IBOPE regis-trou de 14 milhões de usuários de Internet no Brasil, com média de 19:24 horas de navega-ção mensal (março/2006). Atualmente, este número aproxima-se de 21 milhões contabili-zando um tempo médio de navegação de 23 horas e 12 minutos, a maior média mundial.

O mundo ficou pequeno; com poucos cliques abre-se acesso à praticamente todo tipo de informação. As redes de relacionamento servem aqueles que pretendem ampliar e/ou man-ter seu círculo de relações. Em tais círculos de relacionamento é possível triar os contatos que interessam, descartando aqueles que não se adéquam ao tipo de relacionamento desejado, pois o espaço virtual tornou-se uma vitrine de pessoas e produtos. Portanto a internet é um espaço de mediação social, onde são produzidas relações afetivas, representações sociais, valores e ideologias.

Embora os ambientes virtuais reproduzam o cotidiano social, algumas diferenças são dignas de menção: uma delas é transitoriedade: os indivíduos conectam-se e desconectam-se de acordo com as respostas que o ambiente proporciona. Outra característica é a impermanência da informação, que trafega pela rede de acordo com os interesses dos usuários.

O comportamento humano também mudou para atender as demandas da vida cibernética: a linguagem tornou-se abreviada; sentimentos são transmitidos através de emoticons; pessoas usam o espaço virtual para propagar suas ideias, vender seus produtos, sua imagem ou seus sentimentos.

Porém, estes avanços trouxeram consigo alguns problemas que serão discutidos ao longo deste trabalho. Dentre o leque de problemas que podem ser apontados, recortamos a com-pulsividade. Para alguns usuários, a internet apresenta-se como uma doce cadeia de onde não conseguem se desvencilhar.

Em 1995 o Centro para Viciados Online da Universidade de Pittsburgh publicou uma pesquisa identificando a Pathological Internet Use ou Uso Doentio da Internet, equivalente ao vício de jogos. Com base no diagnóstico do abuso de substâncias, Goldberg (1995) propõe alguns de critérios para diagnosticar o Uso Compulsivo da Internet que ainda não aparece classificado na CID.10 ou no DSM.IV. Dando continuidade a estes estudos, a Dra. Kimberly Young complementou estes critérios que se encontram no Anexo A deste trabalho (p. 29). A Autra estabelece (1996) estabelece sete fatores colaboram para o desenvolvimento do vicio de internet:

1. Anonimato – garante liberdade de navegação;

2. Segurança – pode-se navegar livremente na Internet sem nenhuma conseqüência;

3. Facilidade de uso e acesso – os softwares são intuitivos.

4. Suporte social – grupos de usuários que se engajam numa comunicação mediada pelo computador, fazendo que os envolvidos tornem-se dependentes dessa convivência contínua.

5. Satisfação sexual – as fantasias sexuais podem ser exercidas quando se envolve em romances virtuais, sem o risco de contrair DST’s;

6. Personalidade virtual – os indivíduos podem agir em um novo papel através de apeli-dos, alterando suas características físicas. Essa modificação permite se transformar numa nova pessoa online. Aqueles que sofrem de baixa autoestima, sentimentos de inadequação e desaprovação constante, correm um risco maior de desenvolver uma personalidade online.

7. Reconhecimento e poder – as personas permitem aos indivíduos obter reconhecimento e o poder, o que nem sempre é refletido na vida real.

Em 1998, foi publicado no Jornal Washington Post, o resultado de uma pesquisa liderada por Robert Kraut, professor da Carnegie Mellon University, cujos resultados indicavam que as atividades sociais online, como a participação em salas de bate-papo e o uso de e-mail, geram solidão e depressão (Kraut et al., 1998).

Em 2000, a revista Superinteressante também abordou o assunto através de uma matéria intitulada “Armadilha Digital” apontando que a dependência virtual tem conseqüências diretas como o isolamento social, na substituição da realidade "real" pela virtual e prejuízos para o desempenho profissional.

Para compreender o uso abusivo da internet, pesquisadores como Viktor Brenner (1997) usou o questionário online Internet Related addictive Behavior Inventory abordando experi-ências similares aquelas associadas ao abuso de substancia do DSM IV (144). (Vide Anexo)

Para o Dr. Cristiano Nabuco de Abreu , as características de usuários graves de internet, que passam muito tempo e que podem ter dependência de internet, são:

 Pessoas inteligentes e mentalmente muito ágeis;

 Referem passar o “dia todo” conectados;

 Pertencentes a todas as faixas etárias;

 Apresentam depressão e/ou ansiedade;

 Preferem as interações virtuais as reais;

 Utilizam a internet para expressar daquilo que realmente são e pensam (refúgio);

 Ciclo de amizades e de relacionamentos muito empobrecido;

 Desenvolvem idiossincrasias na rede.

O que se destaca nestes estudos é o fato de todos apontarem o isolamento e a solidão co-mo fatores desencadeantes da compulsividade ao uso da Internet, pois uma vez que as pessoas sentem-se isoladas é natural que busquem companhia. De acordo com Cacioppo (2008) há milhares de anos, a espécie humana agrupava-se para obter calor, comida, prote-ção na infância e amparo na velhice, portanto "solidão é um sentimento aversivo que motiva você a fazer algo que é crucial para a sobrevivência e o bem-estar - conectar-se com os outros” (Superinteressante, 2009).

Considerando que estes estudos estejam apontando na direção correta, colocando a solidão e o isolamento como fatores desencadeantes do uso compulsivo da Internet, este trabalho visa então, entender os mecanismos neuropsicológicos que estão envolvidos tanto no isolamento, quanto na compulsão. Para esse fim, este trabalho foi dividido em 04 capítulos:

1) A Evolução: do primata ao ser virtual, que busca compreender a formação da vida social do homem;

2) O desenvolvimento do Cérebro humano, que pretende mostrar quais são as áreas corti-cais envolvidas no sentimento de solidão e no desenvolvimento da compulsão.

3) O Comportamento aprendido, que pretende mostrar a gênese das compulsões com base nas teorias de Pavlov e Skinner

4) O Homem na Internet, que busca entender a forma que o homem moderno se relaciona com a inernet.




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Nas últimas décadas, o papel do PSICOLOGO OU PSICOLOGA na sociedade tem se expandido, agregando novas ferramentas de trabalho disponíveis nos variados meios sociais Hoje encontramos PSICOLOGO OU PSICOLOGA nas escolas, nas empresas, hospitais, conselhos tutelares, defensorias públicas, etc., Isto significa que o PSICOLOGO OU PSICOLOGA hoje tem uma função mais ativa na sociedade. É um profissional que oferece ajuda emocional, afetiva e racional; que ajuda as pessoas a entenderem seus medos, suas raivas, seu stress cotidiano; que ensina a expressar sentimentos como amor, raiva, indignação; que ampara na hora da dor; que motiva; que mostra ao outro suas potencialidades, convertendo defeitos em qualidades, medo em coragem, tristeza em alegria, raiva em amor.

Não apenas isto: serve para cuidar do SEU BEM BEM-STAR afetivo , emocional.

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Quando a Psicoterapia Funciona

  • Quando a psicoterapia funciona, as pessoas tendem a modificar suas crenças, controlar seus comportamentos e pensar de maneira funcional e serena. Geralmente os pacientes:
  • Passam enxergar suas qualidades.
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  • Adquirem coragem para enfrentar novos riscos;
  • Ampliam a capacidade de organização cognitiva e tendem a levar uma vida mais organizada, obedecendo o SEU CONCEITO de organização;
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  • Não deixam de ter sentimentos ruins, mas compreendem o que eles significam.
  • Autorizam-se a mudar. Dão se ao luxo de mudar de opinião no momento em que bem entender, afinal, estão ampliando seu[PM1] senso crítico;
  • Respeitam o outro, pois a necessidade de aceitação agora não é "Gênero de primeira necessidade", portanto entendem quando o outro pensa diferente e não se sente ameaçado por isso.
  • Conseguem lidar com as Perdas, abandonos e solidão de forma madura.
  • Entende que há uma explicação para tudo, mas não se importa se não descobrir qual é a verdadeira.
  • Controla sua ansiedade e depressão;
  • Supera-se a dependência afetiva, pois aprendeu que não devemos nos anular por amor; na verdade, o afeto serve para construir, para dar qualidade às relações e não para escravizar.
  • Aprendeu que o verdadeiro perdão é aquele que proporciona a serenidade, não o esquecimento.
  • Portanto, a psicoterapia que funciona é fruto de muita reflexão tanto da parte do PSICOLOGO OU PSICOLOGA, quanto do paciente.

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